O que incomoda

Começamos pelo fracasso. Errar, sabemos, talvez seja uma das melhores ferramentas de que dispomos para alcançarmos o o seu inverso – o sucesso. Fracassar, então, não pode ser errar.

Se diante do erro, conseguimos perceber que aquele é apenas um dos – muitos – modos de não se chegar ao resultado, simples, objetiva e  racionalmente. Diante do fracasso, travamos; quer dizer, nossas emoções [padrões mentais arraigados em recônditos que escondemos de nós mesmos] nos travam.

Não são emoções boas não, as que brotam do fracasso. E mais, nem reais são. A perfeição é relativa, a harmonia é relativa, o certo é relativo, o bom, o justo, a esperança, o belo, todos relativos também. É o que [e como] vemos que dá o tom! Tem um quê de muito pessoal este [nosso] olhar sobre a vida – nossas crenças – que, curiosamente, também são relativas.

Um rolo só, o caos instalado este tal de fracasso.  Incomoda como aquela pedrinha no sapato, que só vai parar de cutucar quando fizermos o óbvio:  tirá-la do nosso caminho.

Tá, então, mas como é que tiramos mesmo este tal de fracasso da nossa vida?

Simples (!?), relativizem-se! Não somos donos da verdade, não sabemos de tudo e tudo [tudo mesmo] se transforma nesta vida ….

Estamos suficientemente incomodados? Se a resposta for SIM a gente vai se mexer, agora, se for NÃO (!!!!) ….

By Gi

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